As novas didáticas dão importância ao aluno, como sujeito da aprendizagem. Insistência na construção dos saberes e tendência a privilegiar o todo, aproximando a escola e a vida, respeitando a diversidade. Fazendo com que o aluno tenha uma facilidade na aprendizagem e cresça como cidadão.
As novas tarefas são centradas no aluno, com características opostas às tarefas da didática tradicional, onde definem um outro “ofício de aluno”. As características das novas tarefas são com questões abertas, sem resposta única, complexas, coletivas (em grupos), de mais longa duração e caráter interdisciplinar. Com ênfase na interação e na comunicação (oralidade).
Nas novas estratégias, as antigas continuam valendo, mas há novas estratégias possíveis como apoderar-se de tarefas secundárias, organizar o trabalho dos outros, desaparecer nos interstícios, ativismo desordenado, empreender uma ação independente (diferenciação) .
As novas didáticas trazem vantagens do ponto de vista pedagógico, mas alargam o espaço de manobra dos alunos e enfraquecem o controle do professor.
Para compreender a dificuldade de mudança de estilo didático é necessário considerar as estratégias dos alunos face ao trabalho pedagógico proposto. O que exige PLANEJAMENTO.
As novas didáticas são de grande valia para o professor, e para o aluno, onde faz com que o aluno se esforce mais, e faça com que busque o conhecimento, não fique a espera do professor, que não é o “superior”, todos aprendem juntos.